Advogada suspeita de se apropriar de FGTS de jogadores e técnicos de futebol é suspensa pela OAB-RJ

Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados suspendeu Joana Prado cautelarmente por 90 dias. Defesa da advogada recorreu da decisão. A advogada Joana Costa Prado de Oliveira foi suspensa de exercer a advocacia pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RJ, na quinta-feira (25). A decisão é cautelar e, inicialmente, por 90 dias. Joana Prado é investigada pela Polícia Federal por suspeita de aplicar golpes e efetuar saques indevidos do Fundo de Garantia, o FGTS, de treinadores e jogadores de futebol. Na Polícia Federal, são dois inquéritos que apuram golpes nas contas do treinador Oswaldo de Oliveira – que diz ter tido R$ 3,1 milhões furtados – e o zagueiro Christian Chagas Tarouco, o Titi, que, atualmente, joga pelo Goiás. Em nota, a advogada disse que “já foram adotadas todas as medidas jurídicas cabíveis”. A nota completa está no fim desta reportagem. O g1 e o RJ2 descobriram ainda que, além deles, a advogada é investigada por supostas apropriações de valores de: O Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RJ sustenta a suspensão da advogada Joana em três pontos: A inscrição de Joana Prado está suspenso e ela não pode exercer a advocacia neste período. A advogada Joana Prado — Foto: Reprodução Em nota, a defesa da advogada Joana Prado falou sobre o assunto: “A defesa da advogada Joana Prado recebeu com surpresa as informações veiculadas recentemente. Sem prejuízo de dedicar o maior respeito ao direito à informação e à liberdade de imprensa, ressalta que os processos disciplinares instaurados no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil tramitam sob sigilo, justamente para resguardar a dignidade e a imagem dos profissionais envolvidos. Cumpre informar que já foram adotadas todas as medidas jurídicas cabíveis, inclusive com a interposição de recurso contra a decisão que determinou a suspensão preventiva de sua inscrição na Ordem. Ainda de acordo com a defesa, o ato é objeto de contestação por sua natureza arbitrária e por afronta ao devido processo legal e ao direito de ampla defesa e contraditório. A defesa reitera sua plena confiança na reversão da decisão e na pronta restauração da justiça, reafirmando o compromisso da advogada Joana Prado com a ética, a legalidade e o exercício responsável da advocacia”. Fonte: G1
Com bota ortopédica e muleta para fingir deficiência, homem vai a banco para tentar abrir conta bancária e sacar FGTS com documento falso e é preso, no PR

Caso aconteceu em uma agência bancária de Ivaiporã, no norte do estado. Ao ser questionando pelos funcionários do banco, homem tentou fugir, mas foi encontrado pelos policiais em um supermercado. Um homem de 42 anos foi preso na manhã desta terça-feira (26), em Ivaiporã, no norte do Paraná. Ele é suspeito de ir até uma agência bancária para tentar abrir uma conta bancária e sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) usando um documento falso. O homem também estava usando uma bota ortopédica e uma muleta para fingir ser deficiente físico. As informações são do delegado Erlon Ribeiro. Segundo o delegado, o suspeito foi até uma agência da Caixa Econômica Federal acompanhado de uma pessoa. Ela ainda não foi identificada e está sendo procurada. O delegado informou que imagens internas do banco mostram o homem mancando e usando a muleta e a bota ortopédica dentro do local. Contudo, na delegacia, o suspeito foi visto andando normalmente. Os funcionários do banco disseram à polícia que o homem tentou abrir uma conta bancária, contratar uma capitalização e um empréstimo e sacar o FGTS. Para efetuar as transações, ele apresentou um documento com a foto dele, mas com os dados outra pessoa. O delegado informou que os funcionários desconfiaram da situação e passaram a fazer diversos questionamentos ao homem. Ao perceber que havia sido descoberto, o homem fugiu do banco. A polícia foi acionada e fez buscas pela região até encontrar o suspeito em um supermercado. Ele foi preso em flagrante e levado para a delegacia de Ivaiporã. Homem foi até banco usando muleta e bota ortopédica para fingir que tinha deficiência física. — Foto: Polícia Civil (PC-PR) Conforme o delegado, o homem preferiu ficar em silêncio ao ser questionando em depoimento. Ele vai responder pelos crimes de estelionato tentado e uso de documento falso. O nome do homem não foi divulgado pela polícia. Até o momento, ele não possui advogado constituído no processo. Ribeiro também explicou que as investigações sobre o caso seguem com o objetivo de apurar a possível participação do homem em outros crimes da mesma natureza. Também será apurado se outras pessoas estão envolvidas no caso. O delegado reforça que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (43) 3472-1181 ou ao 181. Em nota ao g1, a Caixa Econômica Federal disse que atua com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. “O banco ressalta que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos. Adicionalmente, a CAIXA esclarece que possui estratégia, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento”, informou a Caixa. Fonte: G1


